TRANSFORMANDO UM FURGÃO EM UM MOTORHOME

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Se você tem vontade de sair de viagem pelo mundo, para esquecer um pouco a loucura do dia a dia, provavelmente já cogitou a possibilidade de ter um furgão transformado em motorhome.

Caso não saiba exatamente o que é um “furgão” (também chamado de van ou carrrinha) : é um automóvel utilizado no transporte de carga ou grupo de pessoas.

Geralmente é um veículo em forma de “caixa de sapato” com aproximadamente o mesmo tamanho e largura de um carro grande, mas é mais alto e geralmente com um vão maior em relação ao solo.

Os novos modelos existentes no mercado são mais ágeis, econômicos e mais confortáveis do que as tradicionais Kombis, que consagraram o estilo.

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Existe uma grande parte da comunidade de praticantes de esportes de montanha que sonha em transformar este tipo de veículo em uma espécie de residência sobre rodas para que seja possível viajar para qualquer lugar que se consiga dirigir, e pagar pouquíssimo em estadia.

A atividade, conhecida como “van-life”, é imensamente popular nos EUA e Europa, existindo empresas que se especializaram em alugar estes veículos-residência por temporadas.

Este serviço existe no Brasil, porém o preço é fora da realidade (até mesmo para estrangeiros), e os preços oferecidos pelas empresas parecem acompanhar todo o devaneio alucinógeno do valor dos aluguéis de imóveis.

Visto largamente em grandes metrópoles da América do Sul, os furgões, ou vans, já fazem parte da paisagem cotidiana urbana, e não chamam a atenção como faziam outrora.

Quer ser como Alex Honnold?

Das pessoas mais conhecidas por ser adepta deste estilo de vida (viver em uma van ou furgão), o escalador americano Alex Honnold já concedeu muitas entrevistas sobre seu veículo falando como foi o processo de customização dele.

Para quem é fã de carteirinha do escalador, saiba que o modelo que usa é um Ford Econoline E150 ano 2002.

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Infelizmente o modelo não é vendido no Brasil, nem na América do Sul.

Nos EUA o modelo é vendido por módicos US$ 8.000,00 (valor médio para modelos ano 2002 de Honnold).

A montadora americana possui um modelo similar no Brasil, mas é ligeiramente diferente na distância entre os eixos, tendo também diferenças na sua grade frontal. O modelo foi batizado de Ford Transit.

O motor da Van de Honnold é um V6, 4.2 litros, que em outras palavras é um carro que “bebe” muito e pode ser caro por muitas viagens.

Na customização feita por Alex, a opção foi investir o mínimo na customização interna do veículo, por isso o atleta procurou apenas adaptar gavetas para guardar equipamentos de escalada e uma tábua de compensado abaixo de um colchão para que servisse de cama.

https://youtu.be/CArfaGmYuGM

Nas customizações utilizadas pelo escalador a parte que seria utilizada como cozinha, é apenas um balcão para que ele use seu fogareiro dentro do carro.

Isso porque o escalador optou por não gastar muito dinheiro para transformar profundamente o veículo.

Como pode se visto no vídeo, dentro do furgão há gaveteiros e uma cama improvisada com uma tábua, sem estrutura planejada para uma boa ventilação do colchão.

Escolhendo o Modelo

No Brasil existe uma grande variedade de modelos, dos mais variados fabricantes. Para realizar o artigo, partiremos do ponto de partida que o fator mais importante para realizar o projeto é o preço final de toda customização.

Fatores como custo de manutenção, consumo, potência do motor, preço do IPVA , conforto e dirigibilidade devem ser levadas em conta, e serão abordados em um artigo exclusivo sobre a burocracia e licenciamentos do veículo deste tipo.

Para um veículo furgão servir como motorhome, é recomendado que seja de tamanho comum e nada muito grande, por questões econômicas e de manutenção.

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O motivo da preocupação com tamanho é válido por conta de que veículos altos possuem dificuldades de entrar em shoppings e supermercados, especialmente no interior do Brasil.

Durante viagens em estradas muito estreitas, e/ou sinuosas, um veículo grande também pode não conseguir ter acesso facilmente, nem ser fácil de manobrar.

Uma outra observação é a de que veículos muito grandes também requer uma espécie de licença especial de motorista, e isso pode ser adicionado ao custo total de ter um Motorhome.

Novo X Usado

A escolha de comprar um veículo novo, ou usado, fica por conta do desgaste que sofreu em seu uso, isso porque veículos do tipo “furgão” são muito usados em carregamento de cargas, que variam muito de peso e espécie.

O mais indicado é procurar um furgão que já tenha sido usado predominantemente para transporte de pessoas, pois mesmo com uma quilometragem alta, o desgaste tende a ser menor (mas não é uma verdade absoluta).

Um outro motivo para este tipo de preferência é que um furgão usado para transporte de pessoas possui janelas instaladas, o que facilita a ventilação interna do veículo quando transforma-lo em Motorhome.

Um veículo sem janelas em sua carroceria, pode superaquecer em dias de verão, ou em lugares desérticos como Piedra Parada, na Argentina, ou Cocalzinho em Goiás.

Na customização, caso seja necessário abrir o espaço na lataria para janelas, irá impactar no preço final.

O comprador deve levar em conta sempre que irá viajar bastante com o veículo, a possibilidade de adquirir um veículo que tenha poucos anos de uso, para prevenir de uma manutenção não-programada.

Um veículo novo é a escolha que na teoria é perfeita, mas o preço de um veículo tipo furgão zero km é um pouco fora da realidade, às vezes chegando a ser proibitivo.

Portanto preferencialmente escolha veículos semi-novos, no máximo, com data de fabricação abaixo de 10 anos.

FONTE: http://blogdescalada.com/transformando-um-furgao-em-um-motorhome-parte-1/

Veja a matéria completa no link acima.

CAMPING MUTARI – BAHIA

CAMPING MUTARI ok

O Camping Mutari está localizado em Santa Cruz Cabrália – Bahia. Venha conhecer, você vai se surpreender! Além de estar em um lugar aconchegante ao cruzar os portão de acesso é só colocar os pés na areia de uma das praias mais tranquilas de nossa região. Além disso poderá desfrutar de uma pizzaria exclusiva com seus sabores e encantos.

O Camping Mutari oferece: Um lindo espaço com muito verde,com vários pontos de energia elétrica (220v) banheiros novos individuais, duchas, chuveiros elétricos, área de lavar pratos e Internet (wireless).

A 01 Km do Hospital e delegacia civil e a 02 Km do centro de coroa vermelha aonde temos em destaque a cultura indígena e suas maravilhas. Sinta-se em casa!

MULTA NOS REBOQUES, CARRETAS-BARRACA E TRAILERS

Multa nos Reboques, Carretas-Barraca e Trailers: Cuidado com os Novos Radares

MULTA REBOQUE 2

Apesar de termos noticiado diversas vezes aqui no MaCamp, muita gente ainda é surpreendida com a lei. FATO: Reboque de qualquer espécie (mesmo uma carretinha de moto) puxado pelo carro mais simples que for É CONSIDERADO VEÍCULO PESADO e deverá respeitar o limite de velocidade de caminhões.

O fato surpreende, é verdade. As atualmente cada vez mais campistas de carretinha, carreta-barraca ou trailers são multados por excesso de velocidade nas estradas.

A lei é muito clara na resolução 396: Qualquer reboque ou semi-reboque será considerado “veículo pesado” independente do carro que estiver sendo utilizado. Desta forma a velocidade máxima permitida será a mesma dos caminhões e as rodovias que possuem esta diferenciação terão algumas placas informativas.

No caso da nova Tamoios, que liga o Vale do Paraíba à serra para Caraguatatuba, apesar de ter sido duplicada possui a velocidade máxima de 80km/h para carros e proprietários de reboques deverão atender ao limite de 60km/h.

MULTA REBOQUE 1

Apesar de parecer pouco, é a realidade e os radares mais modernos já estão detectando os veículos combinados.Já tivemos casos atuais comprovados na Rodovia Castelo Branco e na Carvalho Pinto, onde a velocidade de 120km/h não serve para os reboques que deverão viajar a no máximo 90km/h – mesmo limite da Dutra.

Cada vez mais proprietários de trailers e carretinhas estão nos escrevendo indignados com as multas que chegam e nada se pode fazer a respeito. Portanto muita atenção!

Marcos Pivari

I – “VEÍCULOS LEVES” correspondendo a ciclomotor, motoneta, motocicleta, triciclo, quadriciclo, automóvel, utilitário, caminhonete e camioneta, com peso bruto total – PBT inferior ou igual a 3.500 kg.

II – “VEÍCULOS PESADOS” correspondendo a ônibus, micro-ônibus, caminhão, caminhão-trator, trator de rodas, trator misto, chassi-plataforma, motor-casa, reboque ou semirreboque e suas combinações.

§ 2° “VEÍCULO LEVE” tracionando outro veículo equipara-se a “VEÍCULO PESADO” para fins de fiscalização.

FONTE: http://macamp.com.br/multa_nos_reboques_carretas_barraca_e_trailers_cuidado_com_os_novos_radares/

EXPOMOTORHOME SHOW 2017

EXPO MOTORHOME 2017 nova data

A indústria brasileira de Motor Homes produziu cerca de 300 veículos em 2016 – a maioria de forma personalizada ao gosto do cliente e com elevado grau de sofisticação –, gerando faturamento da ordem de R$ 85 milhões na venda direta aos consumidores, não sendo maior por causa de dificuldades na obtenção de linhas de crédito & financiamento – falta de uma ação efetiva do Banco Central para Instrução Normativa específica para o setor. Em relação ao ano anterior, crescimento de 15% – índice expressivo para 2016 que foi um período crítico de acentuada recessão no país.

Para 2017, por conta dos primeiros sinais de reaquecimento da economia com expansão de 1% do PIB de janeiro a março e que certamente impulsionaram as negociações de vendas em andamento, há uma expectativa dos fabricantes de Motor Homes em atingir 17,5% de crescimento.

Existem modelos no mercado nacional com preços oscilando entre R$ 250.000,00 a R$ 750.000,00 – em casos especiais e sob encomenda podem ultrapassar a casa de R$ 1 milhão por unidade. Dependendo de chassi e montagem, são encontrados Motor Homes de R$ 150.000,00 e adaptados de trailers de R$ 50.000,00 a R$ 75.000,00. A importação quase que inexiste em função da alta carga tributária e empecilhos aduaneiros.

Estima-se que 5% da população economicamente ativa do país possui Motors Homes ou já ouviu falar destes veículos porque têm interesse em comprá-los. O número de brasileiros que vivenciam a experiência de viajar num Motor Home nos Estados Unidos e no Canadá aumenta 20% ao ano.

Fica evidenciada que há uma significativa demanda interna, visto que os veículos do tipo Motor Home combinam “casa & carro” para viagens de turismo, lazer e entretenimento para toda a família. No exterior, são conhecidos como RV (Recreational Vehicle).

Portanto, a realização da EMHS BRAZIL (Expo Motor Home Show) de 24 a 26 de Novembro próximo, tendo como local o Pavilhão da FENAC na cidade de Novo Hamburgo (RS) – a região concentra a maioria dos fabricantes destes veículos –, será de extrema importância para a difusão do caravanismo e campismo ao incrementar sobremaneira as ações de promoção, marketing e vendas dos expositores junto a um público altamente qualificado.

O evento conta com o apoio oficial do Governo do Estado do Rio Grande do Sul através da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia que colaborará na ampla divulgação junto às empresas, instituições e entidades.

Em 2016, a EMHS BRAZIL reuniu 60 expositores, 6.300 visitantes e 200 Motor Homes na EXPOCAMPING – uma das iniciativas paralelas & integradas –, além de centenas de participantes nas palestras e nos workshops.

Segundo o presidente do evento, Alexandre Boff – profundo conhecedor do caravanismo e campismo no país – haverá crescimento no número de estandes e na área de exposição, visto que o local dispõe de 30 mil m² e mais de 2.000 vagas no estacionamento.

CASAL DE ATORES DA GLOBO LANÇA LIVRO EM VITORIA

Amanda Richter e Max Fercondini contam sobre viagem em “América do Sul Sobre Rodas”

FOTO LIVRO MAX GLOBO

Escalar um vulcão, escavar um dinossauro, rodar 21 mil quilômetros em seis meses. Essas foram algumas das aventuras vividas pelo casal de atores e apresentadores Amanda Richter e Max Fercondini em sua viagem pela América do Sul, eternizada no livro “América do Sul Sobre Rodas”, que será lançado hoje, na Livraria Saraiva do Shopping Vitória.

A bordo de um motorhome, o casal estreitou laços com o subcontinente e usufruiu de experiências únicas. “Tivemos a oportunidade de visitar uma região de Machu Picchu que ainda não é aberta ao público, que ainda está sendo trabalhada para isso. Escalamos o vulcão Villarica no Chile, uma oportunidade inesquecível”, conta Amanda.

A jornada, que também foi exibida no programa “Como Será?”, da Globo, também teve contratempos. “O antigo dono do motorhome tinha feito uma expedição pelo Alasca e Equador e não tinha dado saída. Então não podíamos sair do país, pois segundo a polícia, tínhamos mais de 100 mil dólares de multa. Ficamos quatro noites dormindo no complexo fronteiriço”, relata.
Para a atriz, porém, uma das experiências mais marcantes foi o contato com os Uros, um povo que reside próximo ao lago Titicaca, no Peru. “Ficamos na casa deles. Em uma das manhãs chovia muito e não tínhamos como gravar. As mulheres cantaram canções para fazer a chuva parar. Vivenciamos a cultura deles da forma mais simples e única”, afirma.

Lançamento

Max Fercondini e Amanda Richter lançam o livro hoje, a partir das 19h, na Livraria Saraiva (Shopping Vitória). Haverá sessão de fotos e autógrafos limitados para fãs que já adquiriram a obra. Serão distribuídas 300 senhas a partir das 17h.

FONTE: http://www.gazetaonline.com.br/entretenimento/cultura/2017/07/casal-de-atores-da-globo-lanca-livro-em-vitoria-1014074224.html