MULTA NOS REBOQUES, CARRETAS-BARRACA E TRAILERS

Multa nos Reboques, Carretas-Barraca e Trailers: Cuidado com os Novos Radares

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Apesar de termos noticiado diversas vezes aqui no MaCamp, muita gente ainda é surpreendida com a lei. FATO: Reboque de qualquer espécie (mesmo uma carretinha de moto) puxado pelo carro mais simples que for É CONSIDERADO VEÍCULO PESADO e deverá respeitar o limite de velocidade de caminhões.

O fato surpreende, é verdade. As atualmente cada vez mais campistas de carretinha, carreta-barraca ou trailers são multados por excesso de velocidade nas estradas.

A lei é muito clara na resolução 396: Qualquer reboque ou semi-reboque será considerado “veículo pesado” independente do carro que estiver sendo utilizado. Desta forma a velocidade máxima permitida será a mesma dos caminhões e as rodovias que possuem esta diferenciação terão algumas placas informativas.

No caso da nova Tamoios, que liga o Vale do Paraíba à serra para Caraguatatuba, apesar de ter sido duplicada possui a velocidade máxima de 80km/h para carros e proprietários de reboques deverão atender ao limite de 60km/h.

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Apesar de parecer pouco, é a realidade e os radares mais modernos já estão detectando os veículos combinados.Já tivemos casos atuais comprovados na Rodovia Castelo Branco e na Carvalho Pinto, onde a velocidade de 120km/h não serve para os reboques que deverão viajar a no máximo 90km/h – mesmo limite da Dutra.

Cada vez mais proprietários de trailers e carretinhas estão nos escrevendo indignados com as multas que chegam e nada se pode fazer a respeito. Portanto muita atenção!

Marcos Pivari

I – “VEÍCULOS LEVES” correspondendo a ciclomotor, motoneta, motocicleta, triciclo, quadriciclo, automóvel, utilitário, caminhonete e camioneta, com peso bruto total – PBT inferior ou igual a 3.500 kg.

II – “VEÍCULOS PESADOS” correspondendo a ônibus, micro-ônibus, caminhão, caminhão-trator, trator de rodas, trator misto, chassi-plataforma, motor-casa, reboque ou semirreboque e suas combinações.

§ 2° “VEÍCULO LEVE” tracionando outro veículo equipara-se a “VEÍCULO PESADO” para fins de fiscalização.

FONTE: http://macamp.com.br/multa_nos_reboques_carretas_barraca_e_trailers_cuidado_com_os_novos_radares/

EXPOMOTORHOME SHOW 2017

EXPO MOTORHOME 2017 nova data

A indústria brasileira de Motor Homes produziu cerca de 300 veículos em 2016 – a maioria de forma personalizada ao gosto do cliente e com elevado grau de sofisticação –, gerando faturamento da ordem de R$ 85 milhões na venda direta aos consumidores, não sendo maior por causa de dificuldades na obtenção de linhas de crédito & financiamento – falta de uma ação efetiva do Banco Central para Instrução Normativa específica para o setor. Em relação ao ano anterior, crescimento de 15% – índice expressivo para 2016 que foi um período crítico de acentuada recessão no país.

Para 2017, por conta dos primeiros sinais de reaquecimento da economia com expansão de 1% do PIB de janeiro a março e que certamente impulsionaram as negociações de vendas em andamento, há uma expectativa dos fabricantes de Motor Homes em atingir 17,5% de crescimento.

Existem modelos no mercado nacional com preços oscilando entre R$ 250.000,00 a R$ 750.000,00 – em casos especiais e sob encomenda podem ultrapassar a casa de R$ 1 milhão por unidade. Dependendo de chassi e montagem, são encontrados Motor Homes de R$ 150.000,00 e adaptados de trailers de R$ 50.000,00 a R$ 75.000,00. A importação quase que inexiste em função da alta carga tributária e empecilhos aduaneiros.

Estima-se que 5% da população economicamente ativa do país possui Motors Homes ou já ouviu falar destes veículos porque têm interesse em comprá-los. O número de brasileiros que vivenciam a experiência de viajar num Motor Home nos Estados Unidos e no Canadá aumenta 20% ao ano.

Fica evidenciada que há uma significativa demanda interna, visto que os veículos do tipo Motor Home combinam “casa & carro” para viagens de turismo, lazer e entretenimento para toda a família. No exterior, são conhecidos como RV (Recreational Vehicle).

Portanto, a realização da EMHS BRAZIL (Expo Motor Home Show) de 24 a 26 de Novembro próximo, tendo como local o Pavilhão da FENAC na cidade de Novo Hamburgo (RS) – a região concentra a maioria dos fabricantes destes veículos –, será de extrema importância para a difusão do caravanismo e campismo ao incrementar sobremaneira as ações de promoção, marketing e vendas dos expositores junto a um público altamente qualificado.

O evento conta com o apoio oficial do Governo do Estado do Rio Grande do Sul através da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia que colaborará na ampla divulgação junto às empresas, instituições e entidades.

Em 2016, a EMHS BRAZIL reuniu 60 expositores, 6.300 visitantes e 200 Motor Homes na EXPOCAMPING – uma das iniciativas paralelas & integradas –, além de centenas de participantes nas palestras e nos workshops.

Segundo o presidente do evento, Alexandre Boff – profundo conhecedor do caravanismo e campismo no país – haverá crescimento no número de estandes e na área de exposição, visto que o local dispõe de 30 mil m² e mais de 2.000 vagas no estacionamento.

Casal de atores da Globo lança livro em Vitória

Amanda Richter e Max Fercondini contam sobre viagem em “América do Sul Sobre Rodas”

FOTO LIVRO MAX GLOBO

Escalar um vulcão, escavar um dinossauro, rodar 21 mil quilômetros em seis meses. Essas foram algumas das aventuras vividas pelo casal de atores e apresentadores Amanda Richter e Max Fercondini em sua viagem pela América do Sul, eternizada no livro “América do Sul Sobre Rodas”, que será lançado hoje, na Livraria Saraiva do Shopping Vitória.

A bordo de um motorhome, o casal estreitou laços com o subcontinente e usufruiu de experiências únicas. “Tivemos a oportunidade de visitar uma região de Machu Picchu que ainda não é aberta ao público, que ainda está sendo trabalhada para isso. Escalamos o vulcão Villarica no Chile, uma oportunidade inesquecível”, conta Amanda.

A jornada, que também foi exibida no programa “Como Será?”, da Globo, também teve contratempos. “O antigo dono do motorhome tinha feito uma expedição pelo Alasca e Equador e não tinha dado saída. Então não podíamos sair do país, pois segundo a polícia, tínhamos mais de 100 mil dólares de multa. Ficamos quatro noites dormindo no complexo fronteiriço”, relata.
Para a atriz, porém, uma das experiências mais marcantes foi o contato com os Uros, um povo que reside próximo ao lago Titicaca, no Peru. “Ficamos na casa deles. Em uma das manhãs chovia muito e não tínhamos como gravar. As mulheres cantaram canções para fazer a chuva parar. Vivenciamos a cultura deles da forma mais simples e única”, afirma.

Lançamento

Max Fercondini e Amanda Richter lançam o livro hoje, a partir das 19h, na Livraria Saraiva (Shopping Vitória). Haverá sessão de fotos e autógrafos limitados para fãs que já adquiriram a obra. Serão distribuídas 300 senhas a partir das 17h.

FONTE: http://www.gazetaonline.com.br/entretenimento/cultura/2017/07/casal-de-atores-da-globo-lanca-livro-em-vitoria-1014074224.html

Motor Home: Carteira “B” ou “D”? Ainda Há Dúvidas!

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Desde que mudou a lei em 2011 tanto para trailers quanto motor homes ainda pairam dúvidas sobre qual tipo de carteira nacional de habilitação (CNH) é necessária para guiar os veículos de recreação. Apesar dos caravanistas terem ganhado uma margem extra no peso máximo atribuído para a habilitação (6.000kg aos comuns 3.500kg dos caminhões) muitos motor homes se enquadram fora deste limite. O maior erro do motorista é de levar em conta o peso real do RV.

Este artigo trata especificamente dos motor homes, já que já fizemos um outro artigo especial sobre o caso dos trailers.

Em resumo, o código nacional de trânsito exige que veículos com mais de 3.500kg sejam conduzidos por motoristas habilitados em categorias maiores que a “B” (C,D ou E). A questão principal é que este “peso” especificado não se refere ao peso real do SEU veículo, mas sim ao peso que ele possui com sua máxima carga aceitável. Isto é chamado de PBT (Peso Bruto Total) que considera o peso do veículo vazio + o máximo de peso da carga que ele pode carregar. Isto é definido pelo fabricante, já que é ele quem atesta o quanto de peso ele pode carregar.

Exemplificando, um VW Golf pesa vazio 1.200kg e tem como “carga máxima admissível” de 530kg. Isto significa que seu “peso bruto total (PBT)” é de 1.730kg e por ser menor que os 3.500kg ele pode ser conduzido com CNH “B”. O mesmo não acontece com uma F-250 Cabine Dupla que somando-se o seu peso + a carga máxima resulta em mais de 3.500kg onde apesar de parecer uma simples caminhonete, deve ser conduzida por motoristas que possuam CNH de categoria “C” ou superior.

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MOTOR HOMES: Para carros, caminhonetes, caminhões e ônibus os números e condições acima citados são válidos, mas não para os motor homes. Após a conquista da mudança da lei em 2011, não só os trailers, mas também os “motor-casas” (como são definidos na documentação) ganharam este “PBT” máximo de 3.500 para 6.000kg nesta divisão entre as categorias “B” e “C-D”.

DÚVIDAS: O maior erro dos proprietários dos motor homes está no correto entendimento da lei. A pergunta mais frequente é: “Se meu motor home pesa somente 5.800kg, porque preciso da CNH maior que a B?” A resposta está exatamente no PBT do CHASSI do seu motor home. As autoridades policiais não podem dispor de balanças de pesagem nas estradas e locais de fiscalização e mesmo que tivessem, não tiraria a possibilidade de se carregar mais peso no carro. Portanto para o enquadramento da sua CNH será levado em conta o PBT do CHASSI no qual seu motor home foi montado. Se for maior que 6.000kg sua CNH não poderá ser a “B”.

PORQUE CNH “D”?: É muito comum no meio campista se tratar da CNH superior à “B” como sendo a “D” e não à “C”. Isto ficou muito popularizado porque há anos atrás muitos motor homes eram categorizados como ônibus e a CNH “D” é exatamente a que permite todas as atribuições da “C”, porém podendo conduzir mais de 8 passageiros. Portanto, a Categoria “C” será suficiente para conduzir motor homes desde que este não tenha capacidade para 8 passageiros ou mais (no documento e não nos leitos) ou ainda não se enquadre na categoria “ônibus” na documentação. Como o processo de mudança de CNH pode ser feito de B para C ou B para D, os motoristas acabam sempre optando pela maior e assim evitar problemas de fiscalização nas estradas. No caso da CNH tipo “E” não é possível subir direto da “B”, tendo que passar antes pelas C ou D.

IMPORTANTE: É preciso salientar que de nada adiantará o caravanista considerar todas estas questões aqui explicadas se a documentação de seu veículo não estiver devidamente acertada. Somente veículos especificados como “especial/motor casa” poderão gozar destes benefícios. Tanto faz se C, D ou E, toda renovação de carteira agora exige o teste toxicológico.

BENEFÍCIOS? Muito se fala ou se critica sobre este fator de diferença entre limites de PBT para motor homes e a explicação das classes representativas que pleitearam a mudança no congresso nacional defendiam que os veículos de recreação são equipamentos familiares, para turismo onde o indivíduo transporta sua família em um bem adquirido e por isso seus cuidados são bem maiores do que transportes profissionais de cargas e passageiros.

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FONTE: http://macamp.com.br/motor-home-carteira-b-ou-d-ainda-ha-duvidas/

AS DEVIDAS ATENÇÕES AO REBOCAR UM TRAILER

Está no nosso site www.tocaes.com texto sobre “PÊNDULO”, editado pela MACAMP.

Esse vídeo ilustra exatamente o que ocorre quando não se dá à atenção devida a rebocar trailer e, veja, não é questão de estrada, mas sim de velocidade ou vento. Mantenha sempre abaixo de 80 km e, siga as instruções de como levar as “tralhas” dentro do equipamento.

https://www.facebook.com/DailyMail/videos/2365381770188224/

Também falamos mais sobre o assunto na matéria abaixo publicada em nosso site:

Efeito Pêndulo no trailer